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Na História ocidental, Idade Média é o período que vai aproximadamente do século V até fins do século XIII, alicerçado no teocentrismo de tradição judaico-cristã.
Os séculos XIV e XV constituem um período de transição entre a era medieval e a era moderna. Esse período foi marcado por profundas transformações sociais decorrentes de guerras, de crises econômicas e religiosas e das devastações causadas pela peste negra. Com a restauração da paz e o fim da peste, a economia retomou seu crescimento, possibilitando o desenvolvimento da sociedade que, com o surgimento da burguesia, passou paulatinamente do feudalismo para o capitalismo. O século XVI marca o início do Renascimento ou Renascença, que já vinha se delineando nos dois séculos anteriores, com as ideias humanistas. O Humanismo afirma a dignidade do homem e o torna o investigador por excelência da Natureza. Essa nova atitude perante a vida faz com que a espiritualidade excessiva do gótico seja substituída pela ênfase na experiência individual e nas possibilidades latentes do homem. Durante a Idade Media, a arte esteve comprometida com o projeto de difusão e propaganda do Cristianismo europeu, por isso as pinturas e esculturas tendiam a focar a religião. Assim, a maior parte da arte medieval que chegou aos dias de hoje é a chamada arte sacra. A maioria dos artistas medievais eram anônimos e o trabalho coletivo era bastante comum. Além disso, é difícil identificar artistas individuais no período.
À medida que emerge a Renascença, o foco dos artistas desloca-se para o passado clássico, buscando inspiração na Grécia e Roma antigas; a arte torna-se mais laica em suas temáticas, adicionando aos temas cristãos os temas da mitologia clássica. Destacam-se nesse período, conhecido como classicismo renascentista, os artistas Leonardo da Vinci, Michelangelo Buonarroti e Rafael Sanzio (Renascença italiana) ; e Jan van Eyck (Renascença flamenca).
Desde a queda do Império Romano , muitas técnicas artísticas desenvolvidas na Grécia Antiga foram perdidas, o que levou a pintura medieval a ser predominantemente bidimensional. Como não havia nenhuma noção de perspectiva na produção artística do período, as personagens retratadas eram pintadas maiores ou menores de acordo com sua importância e seu simbolismo e não de acordo com sua posição relativa à tela e ao olho do observador. Com a chegada do Renascimento e a inspiração nos clássicos, técnicas perdidas foram resgatadas e outras foram descobertas, e os pintores começaram a aumentar o realismo em suas obras, passando a utilizar a perspectiva para representar mais autenticamente as três dimensões.
Obtido em
http://pt.wikipedia.org/
Fiz estas duas peças com inspiração na Idade Média e na Renascença.:

Bandeja de MDF inspirada no estilo renascentista: pintei com pasta metálica ouro (diluída em aguarrás e aplicada com pincel macio); no centro, fiz a découpage de um detalhe da obra "A criação de Adão" (Michelangelo) e contornei com relevo de pasta para modelagem , que pintei nos tons da figura, para estabelecer uma continuidade. Antes, fiz um craquelê sobre a figura e dei o efeito envelhecido com betume. Finalizei com cera em pasta incolor para proteger e impermeabilizar.

Arte Medieval: caixa de MDF na qual fiz uma pátina marrom café sobre fundo prata e dei efeito envelhecido com betume. Na tampa, apliquei uma camada de pasta para modelagem, texturizei e pintei com tinta prata (Metal Colors, da Acrilex). Dei o efeito envelhecido com betume. Colei o medalhão central e os "châtons" (meias-pedras próprias para colagem) com cola Cascorez rótulo azul. Medalhão e "châton" a gente encontra em lojas de material para bijuteria, assim como o pingente de seda que pendurei no fecho da caixa. Em volta da caixa, trabalhei com tinta relevo metálico (Acrilex) na cor Amêndoa - é um prata envelhecido -, para emoldurar os "châtons". Não usei estêncil, fiz o risco com lápis e segui o desenho com o bico aplicador da tinta. Na tampa, finalizei as bordas da textura com bolinhas da tinta relevo metálica Amêndoa.